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As minhas escolhas - UEFA EURO 2016

EURO 2016 - Grupo D

As minhas escolhas - UEFA EURO 2016

Espanha

Campeão europeu em título continua a ser uma das mais sérias candidatas. É no entanto, em termos colectivos, uma sombra da equipa de há quatro anos, influenciada desde 2009 pela qualidade do Barcelona de Guardiola. Em termos individuais continua das mais fortes selecções do mundo, conseguindo renovar-se facilmente e mantendo o nível individual altíssimo.

Olhando para este onze (e tendo em conta que no banco há Juanfran, Koke, Nolito ou Pedro) é impossível não considerar esta equipa favorita em qualquer jogo.

A organização defensiva e a transição defensiva mostram alguma fragilidade e os erros sucedem-se, mesmo contra equipas muito inferiores.

Ofensivamente a qualidade individual deve ser suficiente para resolver a maioria dos problemas. Colectivamente, a organização é muito mais débil e torna mais difícil resolver os problemas. No entanto as individualidade estão todas lá. Tudo é possível para esta Espanha.

Croácia

Uma selecção com uma qualidade tremenda, sobretudo no meio campo, com Modric, Rakitic e Kovacic. Se conseguir equilibrar defensivamente pode discutir o primeiro lugar deste grupo, que é bastante equilibrado.

Um onze composto por jogadores de top em quase todas as posições mas que tarda em impor-se numa grande competição. Falta de uma ideia de jogo competente e de uma liderança forte tem impedido resultados mais condizentes com a qualidade individual. Vamos ver o que nos reserva este Euro.

 

Turquia

Possui três jogadores de grande qualidade que normalmente não chegam para criar uma equipa ambiciosa. Este ano, no entanto, pode sonhar com a passagem aos oitavos como segundo ou como melhor terceiro. Nuri Sahin, Çalhanoglu e Arda Turan são as figuras de uma equipa com alguns desequilíbrios na defesa e com falta de um líder no ataque. No entanto a Turquia costuma dar-se bem nas fases finais (terceiro lugar no mundial de 2002 e meias finais no Euro 2008).

Rep. Checa

Longe do fulgor de 1996 a luta pelo terceiro lugar com a Turquia parece-me o mais provável para esta equipa. Peter Cech (34 anos) e Rosicky (35 anos) são as referências desta equipa que depende sobretudo da organização defensiva e da velocidade pelos corredores para criar alguns desequilíbrios.


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